Jean-Baptiste Debret (1768- 1848), A colônia suíça de Cantagalo (detalhe) | Foto Horst Merkel | Acervo Museus Castro Maya/IBRAM

Jean-Baptiste Debret (1768- 1848), A colônia suíça de Cantagalo (detalhe) | Foto Horst Merkel | Acervo Museus Castro Maya/IBRAM

 

Em 1819, oito veleiros partem da Europa com dois mil emigrantes suíços dispostos a tentar uma nova vida nos trópicos. São famílias que deixam para trás a pobreza e arriscam a aventura de atravessar o Atlântico. Depois de longa e penosa viagem, aportam no Rio de Janeiro e sobem a serra do Mar para fundar a colônia de Nova Friburgo.

Corajosos, os colonos enfrentaram as agruras e deixaram um rico legado, alicerçado em dois séculos de amizade e parceria entre as duas nações. O consulado suíço no Rio de Janeiro foi o primeiro que o país dos Alpes abriu do outro lado do Atlântico.

Hoje, para o Brasil, a Suíça é sinônimo de inovação, cultura, educação e cuidados com o meio ambiente, além de atração turística. O consulado-geral da Suíça no Rio de Janeiro rende homenagem aos colonos pioneiros e a seus descendentes, irmanados com os brasileiros e integrados no país que os acolheu.

Rudolf Wyss, Cônsul-Geral da Suíça no Rio de Janeiro | abril de 2019